Trinity Rodman dá vantagem à seleção feminina dos EUA na corrida pela Copa do Mundo de 2027, no Brasil
A seleção feminina dos Estados Unidos abriu seu calendário de 2026 em grande estilo neste sábado, com uma vitória dominante por 6 a 0 sobre o Paraguai, em uma atuação que também marcou um momento histórico para Trinity Rodman.
Rodman retornou à seleção feminina dos EUA após renovar com o Washington Spirit em um contrato histórico da NWSL e assumiu imediatamente papel de liderança, sendo capitã da equipe pela primeira vez na carreira.
A atacante de 23 anos somou sua 48ª partida pela seleção, na primeira aparição com a equipe nacional desde 5 de abril de 2025, quando marcou na vitória por 2 a 0 sobre o Brasil, em Inglewood, Califórnia. Rodman mandou um recado: ela é o presente e o futuro dos Estados Unidos.
O jogador mais experiente
Apesar da pouca idade, Rodman era a jogadora mais experiente da convocação de janeiro, liderando a equipe em partidas pela seleção e gols, com 12 de cada antes do jogo. E é exatamente disso que o time precisa na preparação para a Copa do Mundo Feminina da FIFA Brasil 2027.
Com a braçadeira de capitão, o jogador de Laguna Niguel, Califórnia, liderou uma jovem equipe titular dos EUA, que somou média de apenas 9,6 partidas pela seleção entre os 11 iniciais, reforçando o foco da equipe no desenvolvimento no início do novo ciclo. Esse desenvolvimento precisará dar resultado no verão do próximo ano.
Os Estados Unidos controlaram a partida desde o apito inicial, superaram o Paraguai com velocidade, pressão e profundidade no elenco e marcaram seis gols para abrir o ano em alta. O resultado representou um forte início de 2026 para a seleção feminina dos EUA, unindo uma atuação dominante da equipe à afirmação de Rodman como líder vocal da próxima geração.
Agora, o desafio se chama Chile
A seleção feminina dos EUA encerra nesta terça-feira seu tradicional camp de janeiro com um amistoso contra o Chile, em Santa Barbara, Califórnia. Após a vitória dominante por 6 a 0 sobre o Paraguai no sábado, a equipe entra em seu segundo jogo do ano com confiança e a chance de seguir ganhando ritmo com um elenco jovem e em evolução.
O confronto dá aos Estados Unidos a chance de ampliar sua boa sequência de resultados. A seleção feminina dos EUA venceu cinco partidas consecutivas desde o fim de 2025, com triunfos sobre Paraguai, Nova Zelândia, Portugal e duas vitórias diante da Itália. Quatro desses resultados vieram sem sofrer gols, e a equipe superou as adversárias por 20 a 1 nesse período.
Uma vitória sobre o Chile marcaria a primeira sequência de seis triunfos da seleção desde 2024, quando a equipe venceu nove partidas seguidas em uma campanha que incluiu a medalha de ouro olímpica. O triunfo de sábado sobre o Paraguai se destacou não apenas pelo placar, mas também pelo número de marcas alcançadas. Reilyn Turner, Sally Menti e Maddie Dahlien fizeram suas primeiras partidas pela seleção principal e se tornaram a 286ª, 287ª e 289ª jogadoras a estrear pela equipe nacional adulta.