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Robert Lewandowski e Viktor Gyokeres se encontram no XI combinado do play-off da Copa do Mundo

A pausa internacional pode ser muito monótona até nos melhores momentos, mas neste mês teremos grandes playoffs da Copa do Mundo para acompanhar. Nada supera um pouco de drama.

Há 16 seleções europeias disputando quatro vagas para a competição deste verão na América do Norte, enquanto a RD Congo aguarda Nova Caledônia ou Jamaica, e o Iraque enfrenta Bolívia ou Suriname.

Alguns dos principais jogadores entram em ação competitiva na próxima semana, com a Itália entre as seleções que não conseguiram a qualificação automática.

Com isso em mente, montamos um XI ideal de jogadores dos play-offs e, para evitar um time excessivamente italiano, limitamos a seleção a no máximo um jogador por país.

O guarda-redes do Valencia, Dimitrievski, ex-Rayo Vallecano, Gimnàstic, Granada e Rabotnichki, deverá ter muito trabalho quando a sua seleção enfrentar a Dinamarca em Copenhaga.

Será um grande teste para a Macedônia do Norte, mas com este goleiro no gol, a equipe tem toda a chance de surpreender.

Dimitrievski, com 85 internacionalizações, não sofreu gol quando a Macedônia do Norte surpreendeu a então campeã europeia Itália nos play-offs da Copa do Mundo de 2022. Infelizmente, a equipe perdeu a final para Portugal.

Sempre houve incerteza sobre se Wan-Bissaka aceitaria representar a RD Congo ou continuaria à espera de uma convocação da Inglaterra.

Após rejeição atrás de rejeição, o ex-lateral-direito do Manchester United escolheu a seleção africana — pela qual é elegível por meio dos pais — e agora pode ajudá-la a chegar às finais da Copa do Mundo pela segunda vez, após ter perdido os três jogos da fase de grupos em 1974.

A decisão final de Wan-Bissaka de representar a seleção africana foi um grande trunfo, e seu duelo com Leon Bailey — se a Jamaica vencer a Nova Caledônia — promete ser intrigante.

Contratado pelo Paris Saint-Germain junto ao Bournemouth por uma alta quantia no verão passado, Zabarnyi é uma peça em quem a Ucrânia deposita grande confiança.

Ele não teve a melhor das temporadas na capital francesa, mas tudo será esquecido se levar seu país à Copa do Mundo com uma vitória sobre a Suécia e depois contra Polônia ou Albânia.

Fechando nossa dupla de zaga está Collins, destaque do Brentford, que recentemente foi associado a uma grande transferência para o Manchester United.

Collins tem sido excelente pelo Brentford, que segue superando as expectativas em uma campanha notável sob o comando de Keith Andrews.

Agora, as atenções se voltam para os compromissos internacionais do jogador de 24 anos, e a Irlanda terá um grande desafio pela frente: primeiro a Tchéquia, depois o vencedor de Dinamarca x Macedônia do Norte. Mas, se a Escócia conseguiu, eles também podem conseguir.

Agora no Atlético de Madrid após uma Euro 2024 impressionante com a Eslováquia, o ex-zagueiro do Feyenoord Hancko pode atuar pelo centro de uma linha de três ou de quatro defensores, além de jogar pela esquerda em uma linha de três ou quatro.

Hancko é, sem dúvida, um dos melhores jogadores da Eslováquia, embora Stanislav Lobotka possa contestar isso.

Hancko e companhia devem superar Kosovo em casa, mas uma final contra Turquia ou Romênia estará longe de ser simples.

A escolha entre Hjulmand e Pierre-Emile Hojbjerg foi quase no cara ou coroa, mas Hjulmand é a opção mais em alta.

Hojbjerg tem sido uma contratação sólida para o Marseille, mas já passou do auge, ao contrário de Hjulmand, que está apenas se aproximando dele.

Autor de um gol contra a Inglaterra na Euro 2024, uma transferência para a Premier League parece inevitável para o meio-campista do Sporting CP. Antes disso, porém, ele tem uma preocupação mais urgente: ajudar a Dinamarca a alcançar sua terceira Copa do Mundo consecutiva.

As opções italianas eram vastas, e escolher Barella não foi uma decisão simples. Ele pode se orgulhar de estar aqui à frente de Sandro Tonali, Gianluigi Donnarumma, Federico Dimarco e muitos, muitos outros.

Barella comanda o meio-campo da Inter e tem capacidade para assumir o controle de qualquer jogo. Diante das recentes dificuldades da Itália nas Eliminatórias da Copa do Mundo, a equipe pode precisar exatamente disso.

Kenan Yildiz, Baris Yilmaz, Hakan Calhanoglu e Ferdi Kadioglu: a Turquia tem vários jogadores de elite. O mais empolgante de todos é Guler, seguido de perto pela estrela da Juventus, Yildiz.

Güler tem recebido total confiança do Real Madrid nesta temporada, o que diz tudo. É um talento extraordinário.

Um dos jogadores em melhor forma da Premier League 2025-26, Wilson tornou-se o homem em quem o País de Gales vai confiar para levá-lo a mais um grande torneio. Não é Gareth Bale, mas Wilson pode ter um pé esquerdo ainda mais refinado.

País de Gales e Wilson enfrentam a Bósnia e Herzegovina por uma vaga na final contra Itália ou Irlanda do Norte. A vitória galesa não seria surpresa, mas uma vitória da Irlanda do Norte sobre a Itália para montar um duelo britânico de peso já parece pedir demais…

O avançado do Arsenal Gyokeres tem os seus críticos, mas não há como negar a sua incrível capacidade de marcar quando surge uma oportunidade.

Sem Alexander Isak, Gyokeres assume o comando do ataque da Suécia, classificada graças à campanha na Liga das Nações da UEFA após uma desastrosa campanha nas eliminatórias da Copa do Mundo, encerrada com dois pontos em seis jogos.

Gyokeres não marcou nas quatro partidas pela seleção em 2025, depois de ter feito 10 gols em sete jogos no ano civil anterior. A expectativa é que Graham Potter consiga fazê-lo voltar a marcar na semifinal do play-off da Suécia contra a Ucrânia.

Lewandowski é uma lenda viva. Provavelmente o maior futebolista polonês de todos os tempos, marcou gols com impressionante regularidade por onde passou, especialmente na Alemanha, por Borussia Dortmund e Bayern de Munique.

A superestrela de 37 anos do Barcelona soma seis hat-tricks pela seleção e marcou contra a França, campeã do mundo de 2018, nos últimos dois grandes torneios.

Já mencionamos algumas vezes seleções que dependem de certos jogadores, e não há exemplo maior do que o ídolo polonês Robert Lewandowski.

Se Polônia e Suécia vencerem suas semifinais, nossos atacantes se enfrentarão em 31 de março por uma vaga na Copa do Mundo deste verão.

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