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Novo acordo de Thomas Tuchel mostra que o cargo na seleção da Inglaterra já não é mais o 'trabalho impossível'

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De forma quase irónica, tornou-se inevitável. A Federação Inglesa queria alguma garantia e um nome de peso para a Euro 2028 em casa, e Thomas Tuchel percebeu rapidamente como o cargo é confortável.

Lembra quando era conhecido como o cargo impossível? Já não é mais. Não com esta FA, nem com este grupo de jogadores.

Sob esta FA, não vencer um torneio é considerado suficiente. Essa foi a realidade com Gareth Southgate: disputou quatro torneios, não ganhou nenhum e só deixou o cargo de treinador da Inglaterra por decisão própria.

E é por isso que já não é o Trabalho Impossível. Chegar aos quartos de final já basta. Foi assim para Gareth no Qatar 2022.

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Com a quantidade e a qualidade de jogadores à disposição do técnico da Inglaterra, chegar às quartas de final deveria ser quase uma formalidade. Isso já não é impossível porque a FA já não exige nada sequer próximo do impossível.

Desde que não haja um fracasso humilhante, eles querem a segurança de manter por algum tempo uma figura já consagrada sob contrato. Esse já era o pensamento em 2010, quando, antes da Copa do Mundo da África do Sul, a FA retirou uma cláusula de rescisão do contrato de Fabio Capello.

A Inglaterra teve um desempenho muito fraco, mas a FA estava presa a Capello. Tuchel tem um elenco melhor do que o de Capello, e a Inglaterra quase certamente fará uma boa campanha neste verão.

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Seus horários e local de trabalho são, no mínimo, flexíveis. Do que não gostar? O que não é ‘muito divertido’.

Tudo ficará um pouco mais difícil nos Estados Unidos, mas um grupo com Panamá, Gana e Croácia deve ser superado com conforto. E Tuchel tem muitas boas opções à disposição, a ponto de já se falar que nomes como Phil Foden e Cole Palmer não têm presença garantida na viagem.

Jude Bellingham não tem lugar garantido no onze inicial. Isso dá a Tuchel excelentes opções.

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Eles devem ir longe na Copa do Mundo de 2026. Mas, desde que não haja vexame, Tuchel seguirá em frente.

O que mudou desde a sua nomeação interina? Foi uma campanha perfeita nas eliminatórias da Copa do Mundo, mas contra Andorra, Letônia, Sérvia e Albânia, convenhamos. E não se esqueça: a Inglaterra de Tuchel foi atropelada pelo Senegal.

Até agora, Tuchel pareceu ser uma boa escolha para o cargo e deixou claro que é um treinador de alto nível. Mas resta saber como se sairá no maior palco internacional de todos.

Hum, ou talvez não. Ainda assim, vamos dar-lhe um novo contrato. O trabalho impossível? Não, o emprego mais confortável.

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