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Jogadores da Mauritânia disputaram a camisa de Messi e a de seus companheiros de seleção da Argentina

Na Mauritânia, vive-se um momento histórico após a seleção enfrentar a Argentina e marcar um gol na La Bombonera. Parte da imprensa destacou a atuação como "heroica". Outros, como o Alkhbar, exaltaram ainda mais o feito: "conseguiram humilhar a campeã do mundo".

A polêmica da Mauritânia sobre as camisas da Argentina

Após o fim da partida, os jogadores da equipe africana estavam muito emocionados. Eles mal podiam acreditar no sonho que acabavam de viver: enfrentar os campeões mundiais no mítico estádio do Boca Juniors e marcar um gol.

Eles também não perderam a chance de cercar Lionel Messi em busca de fotos, um abraço e sua camisa. Não era por menos: todos o idolatravam.

A euforia foi tanta que houve até uma breve discussão entre eles na área dos vestiários, pela disputa das cobiçadas camisas dos jogadores da Argentina. Além de Messi, atletas como De Paul estavam entre os mais procurados. A disputa pelas camisas não passou disso, mas gerou comentários sobre o desejo de ficar com as peças mais cobiçadas.

Jordan Lefort, o herói da Mauritânia

O zagueiro de 32 anos estreou pela Mauritânia contra a Argentina. Nascido na França, ele joga pelo Angers, da Ligue 1. Tendo obtido recentemente a cidadania mauritana, atuar diante da Albiceleste foi a realização de um sonho.

Como a esposa é da Mauritânia, ele obteve dupla nacionalidade. Assim que recebeu o documento oficial, informou o técnico Aritz Lopez, que decidiu convocá-lo imediatamente para a seleção nacional.

Assim que meu passaporte passou a valer, eu poderia ser convocado. E o técnico simplesmente decidiu me chamar

Ele jamais vai esquecer a estreia. Marcou o gol de empate na La Bombonera contra os campeões do mundo, com um voleio usando aquilo que ele próprio considera ser o seu "pé menos habilidoso".

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