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Köln demite Kwasniok com a pressão contra o rebaixamento em alta

O 1. FC Köln demitiu o técnico Lukas Kwasniok após um dramático empate por 3 a 3 com o rival Borussia Mönchengladbach, enquanto o clube tenta evitar se afundar ainda mais na luta contra o rebaixamento na Bundesliga.

O caótico 'Rhein-Derby' de sábado foi a gota d’água para a diretoria do Köln. Apesar da força mostrada no ataque, as fragilidades defensivas voltaram a custar pontos preciosos aos Bodes, que ficaram apenas dois pontos acima da vaga no play-off do rebaixamento.

Sob pressão crescente e com o tempo se esgotando, o clube agiu rapidamente e confirmou a demissão de Kwasniok logo após o empate.

O auxiliar técnico René Wagner foi nomeado treinador interino, a solução interna mais imediata enquanto o Köln tenta estabilizar a temporada.

Wagner é visto como uma figura familiar dentro do elenco e pode garantir continuidade no curto prazo em uma fase crítica da campanha.

No entanto, as atenções já se voltam para uma opção mais experiente: Friedhelm Funkel.

Aos 72 anos, o “Feuerwehrmann” (treinador bombeiro) construiu a reputação de salvar equipes em dificuldade e já provou seu valor no Köln durante a temporada 2024–25 da 2. Bundesliga. Na ocasião, conduziu o clube ao acesso com vitórias decisivas nas partidas finais.

A liderança serena de Funkel, sua experiência e suas fortes relações dentro do clube fazem dele uma opção de confiança para a emergência e, possivelmente, o homem para levar o Köln à salvação mais uma vez.

Notavelmente, esta seria a terceira vez que Funkel sairia da aposentadoria para ajudar a salvar o Köln em um momento decisivo.

Apesar da mudança no comando técnico, o diretor esportivo do Köln evitou confirmar uma nomeação permanente após a partida, deixando a situação em aberto para uma semana crucial.

Com o rival FC St. Pauli ainda por jogar, a posição do Köln na tabela segue sob ameaça imediata.

Com apenas uma margem mínima acima da zona de rebaixamento, o Köln agora enfrenta uma fase decisiva da temporada.

Seja Wagner capaz de estabilizar a equipe ou Funkel volte a ser chamado, uma coisa é certa: o Köln luta mais uma vez contra o rebaixamento — e o tempo está se esgotando.

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