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Bernardo Silva diz aos companheiros para não "chorarem" por erros que custaram caro ao Manchester City

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Sempre que revê o choque entre Matz Sels e Erling Haaland, Bernardo Silva fica cada vez mais perplexo por Darren England não ter assinalado um penálti que poderia ter sido decisivo.

A cada vez que vê o goleiro do Nottingham Forest passar longe da bola, aumenta a perplexidade por Haaland não ter recebido a chance de dar ao Manchester City uma vantagem de dois gols, de pênalti, já na reta final do segundo tempo.

Mas Silva não guarda ressentimentos. Ele acredita que está apenas a dizer as coisas como são, em vez de arranjar desculpas para as oscilações de forma do City, que levaram a equipa de Pep Guardiola a vencer apenas seis dos últimos 11 jogos da Premier League.

O atual capitão da equipe afirma que os próprios jogadores precisam assumir total responsabilidade por não terem exercido pressão suficiente sobre o Arsenal, que agora tem uma vantagem de sete pontos na liderança da tabela.

Silva afirmou: “A responsabilidade é nossa por não termos vencido o Forest. É nossa por termos sofrido o golo no último minuto contra o Chelsea em casa, por não termos ganho ao Brighton em casa e por estarmos a vencer o Tottenham por 2-0 fora e deixarmos que eles voltassem ao jogo.”

"Estivemos à frente duas vezes (contra o Forest) e deixámos que eles reagissem. A responsabilidade é toda nossa. Isso certamente nos coloca numa posição pior. Ainda temos nove jogos pela frente, o que é muito."

“Mas, obviamente, não estamos satisfeitos. Queríamos estar mais próximos para colocar um pouco mais de pressão sobre eles. É um sentimento de frustração e acaba sendo pior para nós. Se olharmos para os jogos que temos pela frente, será uma tarefa difícil.”

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E, claro, o City — assim como o Arsenal — está a lutar em quatro frentes, com deslocações a Newcastle na FA Cup e ao Real Madrid na Liga dos Campeões a seguir no calendário. Por isso, diz Silva, os jogadores não podem ter pena de si próprios depois de desperdiçarem oportunidades de vitória contra o Nottingham Forest.

Ele continuou: “Ainda estamos em quatro competições, por isso não faz sentido olhar para trás e lamentar. Temos de pensar no próximo jogo e, esperamos, passar os últimos dois meses e meio, três meses, a lutar por todos os títulos.”

Mas Silva sabe que o City terá de elevar o nível, sobretudo no cumprimento das responsabilidades defensivas de toda a equipa. Ele fazia referência à aparente falta de pressão de Phil Foden e Rayan Cherki antes do remate de Elliot Anderson que garantiu um ponto ao Forest na noite de quarta-feira.

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Ele afirmou: “O primeiro gol do Forest é inacreditável, uma finalização fantástica do Morgan (Gibbs-White). Pela forma como ele conclui, é algo bastante surpreendente. Nessas situações, só nos resta aplaudir e pronto.”

“O segundo golo frustra-me um pouco mais porque não defendemos bem. Há uma tabela clara que não acompanhamos no movimento.”

"Quando não fazemos bem o básico, somos punidos. Os erros acontecem, seguimos em frente, mas precisamos defender melhor nessas situações."

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